Vislumbro
as nanotecnologias em sua integração com os hackers
como uma iniciativa mediadora do próprio processo de avanço
tecnológico em vários setores, tendo à frente,
porém, grandes preocupações, tais como, o
planejamento, a implementação e disponibilização
de ambientes e cenários de suporte à aprendizagem
conceitual, à pesquisa e à disseminação
do conhecimento e da informação. Com a nanotecnologia
dessa forma integrada, se passaria a explorar todo o potencial
educativo dos recursos das tecnologias de redes, de engenharia,
de softwares, da didática, da ergonomia, da psicologia
e de tantas outras áreas, amplificando competências
e transformando papéis. Todas as questões, dentre
muitas outras que devem surgir, conduzem a abordar mais profundamente
o processo de formação e compreensão das
comunidades virtuais hackers e do advento de tecnologias ultra-avançadas.
Concluindo
este ensaio, registro que sobre o assunto tratado existe grande
quantidade de dúvidas e questões suscitadas pela
complexidade do mesmo. Tudo leva a crer que estamos num incipiente
momento de uma mudança sem precedentes na história
da civilização e sem claras perspectivas. Esta realidade,
no entanto, desperta e impulsiona um maior empenho e entusiasmo
por esse estudo, necessariamente mais amplo e aprofundado, considerado
o quadro ainda restrito de referências. |