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Cibercultura, os Hackers e o Emergente Campo da Nanotecnologia:
O minúsculo espaço nano e as ações
finas dos hackers.
Marise Borba da Silva
Bióloga, Mestre em Educação, Doutoranda do
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar
em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina
Professora do Centro de Educação a Distância
da Universidade do Estado de Santa Catarina
e Professora de Cursos de Pós-Graduação
do Instituto Superior de Educação e Pós-Graduação
do Brasil.
marise@matrix.com.br;
marise@virtual.udesc.br
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| Introdução
"La
tecnología no es ni buena ni mala, tampoco neutral. Es
un efecto, una fuerza, probablemente más que nunca bajo
el paradigma tecnológico actual, que penetra en el núcleo
de la vida y la mente. Pero su despliegue real en el ámbito
de la acción social consciente y la compleja matriz de
interacción de fuerzas tecnológicas desatadas por
nuestra especie, y la misma especie, son una cuestión que
ha de investigarse, mas que una fatalidad por cumplirse".
Kranzberg[1] .
O
artigo destaca os resultados de uma análise sobre distintos
estudos e idéias que contribuem para dar fundamento à
abordagem da identidade hacker e de uma nova forma tecnológica,
a nanotecnologia, já presente em diversos campos, que vão
desde a informática à biotecnologia e à indústria
dos materiais. A nanotecnologia tem sido considerada uma ferramenta
que poderá solucionar muitos problemas hoje existentes
e que requerem o uso de tecnologias inovadoras. O trabalho discute
também os desdobramentos tecnológicos, no âmbito
dos estudos que avançam sobre o que se designou como contracultura
digital, e as possíveis implicações da ferramenta
nanotecnológica na constituição de novas
realidades, onde se reconhecem novas dimensões sociais
e a construção de novas identidades.
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