A criatura agoniza. Não existem mais fios. Não existem mais cabos. Existe apenas o imperativo da conexão – fluxos maquínicos e espirituais a atravessam. Fios, cabos e vestes são expostos sem o suporte corpóreo. Opera-se a autonomização dos aparatos em relação à ordem corpórea.

Assim, como os animais mortos para abate, a metasubcibertrans tem sua pele esticada no curtume.

Malhas, Fios, cabos e fluxos são atados em alegoria. Agora retiram de mim a cobertura de carne, escorrem todo o sangue, afinam os ossos em fios luminosos e aí estou (...) parecida comigo. Um rascunho.[14]

 

 

 

 

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